Eu quero um final feliz.

Sobre esta longa caminhada que mais se parece com uma lombriga esfomeada devorando tudo que lhe aparece ao alcance da boca:

Onde queremos chegar? Rumamos sem sentido como nossas vidas e o universo comandante ao redor dela ou temos um sentido, uma direção, o Sol que vai de Leste a Oeste? Sabemos o que queremos, onde queremos, quando queremos chegar, a maçã cintilante na testa do garoto ou somos apenas viajantes sem rumo ao vertical obstante, a flecha certeira na mão do arqueiro? Explicações para nossas passos deixados para trás devemos dar ou eles que fiquem no passado que é o futuro pra frentex que nos importa? Um dia após o outro e lá se vai nosso principal tesouro: o tempo, que você prende à sete chaves ou educadamente, deixa ele passar na sua frente? Aprendemos algo, temos algo ou tudo que nos foi ensinado, aprendido, de nada serve, será substituído, reciclado, remanufaturado, como cartuchos de impressora? De pai para filho, de pai para filho, do filho para o vazio, do vazio para o lixo? Teremos alguma coisa para passar aos que estão do outro lado da rua ou eles passarão, nós presos no ninho?

Lembre-se que o infinito nunca acaba, que quando o cansaço bater, o suor escorrer, a boca secar, tudo que você terá vai ser um novo início apreciar. E de novo. E de novo. Infinito de novo.

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