Um pré-prefácio

6685a5a464571fd352dd7f7387e281a8O Maxismo, fundado pelo filosofo da under-web chinesa Ling Lee Tse Tung Jackson (2017-2100), nos períodos que antecederam a guerra branca, é a vertente artista, tendo raízes no movimento Confusãonismo,  que prometia, cumprindo, do começo, meio e fim, ser o que o Pré-barroco, Barroco, Pós-barroco, Neo-barroco e, em outra escala, o Rocócó, o Cubofuturismo e o Minimalismo, não conseguiram ser em suas essências: a saturação absurda, a luz que cega com a própria sombra, a busca incessante por likes e visualizações, o olho maior que o estômago, o ultra excesso abundante, o cérebro que formiga, o estimulo que machuca, esfola a compreensão.

Explicava Tse Tung: “São as três cores dos semáforos – vermelho, amarelo e verde – unidas com as outras 4 que sobram do arco-iris, mais as 255 cores RGB – podendo ter um up-gra-de-to-date de 1.000 cores Pantones ® em sua versão 32 bits ou 1 tera de memória, vindo com os pacotes expansivos círilico, thai, árabe e braile, em sua versão amorfanormativa.”

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